Fitness (CTL) e fadiga (ATL) ao longo de 6 semanas; a faixa é a forma (TSB) — azul acima de zero (fresco), laranja abaixo (carregado).
TSS por semana e por modalidade. A bike puxa a carga; a corrida é o foco a monitorar pela tíbia.
Recovery score (barras) e HRV (linha), últimos 21 dias.
Fitness atual ~222 W (último forte 231, subindo) → alvo de prova do coach 240-245 W. Natação = CSS 1:51 + 2s ≈ 1:53/100m; bike = física; corrida reancorada no dado real da meia de 26/07 — 21,6 km fechando os últimos 20 min a 4:08/km @ FC 164 — com fade off-the-bike → ~4:18/km na prova. No alvo do coach o total estima ~4h27: já sub-4:30. A corrida deixou de ser o buraco e virou a alavanca confirmada; o teto real é a tíbia (ver ACWR de corrida), não o motor. Inclui transições (T1 2:15 + T2 1:20 ≈ 3:35) no total. FTP de trabalho ~292 W (242 W de prova = IF 0,83, plausível); o TP ainda mostra 275, desatualizado.
A natação é onde ainda dá pra achar minutos — foi ela que custou o pódio no Guarujá.
Metros por semana (km), últimas 8 semanas.
Passadas por minuto nas últimas corridas. Alvo ~180 spm (linha tracejada): cadência mais alta encurta a passada e reduz a carga de impacto na tíbia (menos overstriding).
Peso (linha laranja) e % de gordura (linha azul), 9 medições.
Do 5:27 na estreia ao PB de 4:43 (Brasília 2025) — e a projeção atual aponta rumo à meta sub-4:20. Menor é melhor.